CRIANÇAS COM HIV+ NA ESCOLA

CAMPANHA PELO RESPEITO CONTRA O PRECONCEITO - UNAIS

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IGUAL A VOCÊ! UNAIDS - PRA TODO O MUNDO VÊ!

CAMPANHA DE PESSOAS VHIVENDO CONTRA O PRECONCEITO!
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Projeto Cegonha - Campanha sífilis Congênita


Ter filhos celebrando a vida e não a dor de óbitos evitáveis é realidade que desejamos garantir com urgência. Temos muito a fazer para garantir à família e à mulher brasileira o respeito e acolhimento necessário para a chegada de um novo ser humano.

O lançamento da Estratégia de Proteção à Maternidade-Rede Cegonha, pela Presidenta Dilma Rousseff em BH, no mês da Mulher, o mês de Março renova nossa esperança. Para que as ações previstas se realizem a mobilização das mulheres é imprescindível. Mais de R$ 9 bilhões de reais serão investidos e estaremos participando para que sejam transformados em igualdade de acesso para mulheres de todas as regiões do país, fortalecendo o SUS e até avançando para que os Planos de Saúde Privados também humanizem o atendimento ao pré-natal, parto e puerpério deixando de cobrar taxas de até R$ 400.00 para a mulher ter o acompanhante do parto de sua livre escolha, direito que a Lei do Acompanhante assegura.

Nossas ações de Alfabetização, Profissionalização, Acesso aos Direitos Sexuais e Reprodutivos e Prevenção ao Câncer de Mama e de Útero atendem filiadas que, em sua maioria, dependem exclusivamente do SUS e que ao engravidarem, vivem a realidade de um pré-natal insuficiente com insegurança total quanto ao local para ter seu filho e, além disso, não contam com o acompanhamento necessário no pós-parto. Na região norte e nordeste do país temos índices de 89 óbitos para 100 mil nascidos vivos. No sul e sudeste a média é de 69 óbitos.

É Dever do Estado a Proteção à Maternidade. É Direito da Mulher, da Família e da Criança ter acesso incondicional a um Pré-Natal de Qualidade, ao Parto Natural em condições dignas e ao Pós-Parto acompanhado com toda a atenção para que possamos alcançar o índice de Mortalidade Materna e Neo-Natal dos quais possamos nos orgulhar. Qual seria esse índice? Apenas aceitar a morte de uma mulher ou criança quando ocorrer mesmo depois de toda a atenção e não como resultado da miséria, da falta de assistência, da desigualdade econômica e da discriminação racial.

Para sermos vitoriosos perante esses desafios estaremos construindo a união de gestores, trabalhadores da saúde e população com a participação decisiva das mulheres.

A CMB integra o Conselho Nacional de Saúde e o Pacto de Combate à Mortalidade e Neo-Natal promovido pelo Ministério da Saúde e realiza Campanha de Divulgação, desde 2009, da Lei nº 11.634/2007, iniciativa da Deputada Federal Luiza Erundina, sancionada pelo então Presidente Lula em 28 de dezembro do mesmo ano. A Lei estabelece que toda gestante tem direito a ser informada até a última consulta de seu pré-natal em qual Hospital ou maternidade vai dar a luz não precisando mais perambular pelos Hospitais à procura de vaga, com risco de vida para si e seu filho. Em 2011, a CMB ampliou a Campanha integrando a divulgação da Lei do Acompanhante, Lei nº 11.108 de 2005.

A mortalidade materna no Brasil diminuiu de 139 óbitos por 100mil NV para 69 entre os anos de 1990 a 2009. Um avanço ainda longe de colocar o país mais próximo do Quinto Objetivo do Milênio que é a redução de mortes em três quartos até 2015, o que representa valor igual ou inferior a 35 óbitos por 100mil NV. O Chile tem uma taxa de 26 óbitos, Canadá e Reino Unido 12 e na França são 8 óbitos.

A CMB também acompanhará ativamente a implantação de mais de 100 Centros de Parto Normal acoplados a Maternidades e Hospitais e almeja que estes equipamentos trabalhem para resgatar a autonomia, segurança e competência natural das mulheres perante o ato de dar à luz a seus filhos, assegurando-lhes o devido apoio para que possam decidir quando e como viver este momento de realização da sua condição feminina, ser mãe.

Com a primeira mulher no comando do país temos a chance de assegurar direitos básicos à maioria das mulheres e avançar na implantação das ações do Plano de Assistência Integral à Saúde da Mulher, fruto de luta histórica das brasileiras para que a saúde feminina receba cuidados em todas as fases de suas vidas.

Nosso povo precisa de cada real para ter a justiça social pela qual luta desde a Inconfidência Mineira. Nossa economia ainda trabalha com as mais altas taxas de juros do mundo. Nossa independência acontecerá de fato quando o povo brasileiro conseguir sentir em sua condição de vida diária a utilização da riqueza nacional para o atendimento de todas as suas necessidades e seu merecido bem estar.

27ª Vigília pelos Mortos de AIDS






Belém/PA, 19 de maio de 2010.

Na manhã do dia 16 de maio de 2010, das 08 às 12:00 hs, como Ação Política, montamos uma barraca na Praça da República, onde acontece a Feira Livre e Artesanal. Neste espaço milhares de pessoas transitam aos domingos. Aproveitamos e fizemos uma grande divulgação, tanto do material da Vigília como outros materiais informativos da Pastoral Arquidiocesana de DST/AIDS. Muitas pessoas nos abordaram, fazendo perguntas relacionadas às DST/AIDS e sua relação com a Igreja. Mais de 10.000 (dez mil) pessoas foram sensibilizadas e conscientizadas, sendo bem receptivas com o nosso material e o trabalho desenvolvido pela Pastoral da AIDS em Belém/PA.
Nos encontramos com um grupo de alunos do curso de Medicina da UEPA – Universidade Estadual do Estado do Pará fazendo o mesmo trabalho e convidando as pessoas para o momento da 27ª Vigília pelos Mortos de AIDS às 18:00 hs com as luzes de velas na Estação das Docas, promovida por eles, universitários de Medicina. Trocamos e-mail, telefone para mantermos contato.
Também apareceram repórteres de dois jornais de grande circulação da cidade de Belém, sendo eles: O Liberal e Diário do Pará, também sobre o momento político e a Vigília, e saiu a matéria na segunda – feira, dia 17/05/2010.
No mesmo dia, às 18:30 hs, na Igreja Nossa Senhora Rainha da Paz, no bairro do Benguí, aconteceu a Santa Missa em celebração à 27ª Vigília pelos mortos de AIDS em nível internacional e a 6ª na Arquidiocese de Belém/PA. Demos ênfase aos dois símbolos da Vigília: a Colcha de Retalhos e a Luz de Velas, conforme fotografias anexadas. E fizemos a Oração pela Vida. Foi um grande momento orante. Foi o ponto culminante do evento.
Fonte: Paulo Elias Vieira e Roberto Barbosa da Silva Reis